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Não Caia no Golpe do Pix: O Alerta Urgente para Aposentados

  • Foto do escritor: yhcporto
    yhcporto
  • 17 de dez. de 2025
  • 3 min de leitura

A Nova Face da Fraude: Golpistas se Passam por Agentes Bancários


Os golpes financeiros estão se tornando cada vez mais sofisticados, e o Pix, apesar de sua praticidade, virou a ferramenta favorita dos criminosos para lesar suas vítimas. O público aposentado, em especial, tem sido alvo de uma tática traiçoeira: a Engenharia Social.


Neste tipo de fraude, o golpista se passa por um agente bancário ou da operadora de cartão de crédito. Eles ligam, enviam mensagens ou e-mails com informações aparentemente urgentes para criar um estado de pânico e forçar uma decisão rápida da vítima.


Como a Armadilha é Montada?


Os criminosos usam diversas narrativas para iniciar o contato:

  • A Falsa Irregularidade: Alegam que há uma "irregularidade" ou um "erro no sistema" que precisa ser corrigido imediatamente para evitar o bloqueio da conta.

  • Confirmação de Compra Suspeita: Informam sobre uma compra de alto valor sendo efetuada em seu nome e pedem que você clique em um link ou siga um procedimento para "recusar" a transação.

  • Promessa de Liberação de Margem: Prometem liberar uma margem de crédito extra ou uma linha de empréstimo exclusiva, solicitando dados ou acesso para "agilizar" o processo.


O objetivo final da Engenharia Social é sempre o mesmo: obter acesso à sua conta ou convencer você a fazer a transferência.


O Risco do Acesso Remoto e o Empréstimo Fraudulento


A partir dessas narrativas, o golpe evolui de duas formas principais:

  1. Instalação de Software Malicioso: Os golpistas induzem a vítima a clicar em links ou instalar aplicativos que permitem o acesso remoto (espelhamento) ao seu dispositivo. Com o controle da tela, eles realizam as transações sem que você perceba.

  2. Transferência Guiada: Em um cenário ainda mais cruel, a vítima é guiada pelo golpista a realizar ela mesma um pedido de empréstimo no aplicativo do banco e, em seguida, transferir todo o valor recém-creditado para a "conta de segurança" indicada pelo criminoso (que é, na verdade, a conta do golpista). O Pix facilita essa transferência imediata, e o prejuízo é instantâneo.


Lembre-se: NENHUM BANCO OU INSTITUIÇÃO FINANCEIRA LEGÍTIMA SOLICITARÁ SUA SENHA, CÓDIGO DE ACESSO OU PEDIRÁ PARA VOCÊ REALIZAR UMA TRANSFERÊNCIA PARA "PROTEGER" SEU DINHEIRO.


⚖️ Há Solução Jurídica contra Golpes Digitais


Se você ou um familiar foi vítima desse tipo de fraude, saiba que não está desamparado. A recuperação dos valores e a responsabilização dos envolvidos é uma área crescente do Direito Digital, e existe solução jurídica para esses casos.


Nosso escritório, com ênfase em Compliance, Proteção de Dados (LGPD) e prevenção de riscos, atua ativamente na defesa das vítimas de golpes online.


A ação jurídica busca responsabilizar não apenas os criminosos, mas também as Instituições Financeiras. Os bancos têm o dever legal de garantir a segurança de suas operações e são responsáveis por falhas na segurança e na fiscalização que facilitam a criação de "contas laranja" – que são o principal instrumento para a prática desses crimes. Se o banco falha em detectar e impedir a abertura dessas contas falsas, ou se as transações fogem do perfil de uso do cliente (como um empréstimo seguido de um Pix imediato para uma conta desconhecida), ele pode ser responsabilizado por negligência.


Não hesite em buscar seus direitos. Em muitos casos, é possível reaver os valores transferidos e garantir que o sistema financeiro seja mais seguro para todos os consumidores.

Para entender como podemos ajudar no seu caso ou no de seus familiares, entre em contato com nosso escritório.


 

 
 
 

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